Por um bom tempo, compor canções era algo que vinha acompanhado de uma dúvida recorrente: qual é a relevância disso?

Foi por não encontrar uma resposta convincente pra essa pergunta que abandonei a música por cinco anos.

Essa foi também uma época em que rejeitei por completo qualquer ideia de transcendência – tanto na arte quanto na vida.

Até que, por diferentes motivos, me vi de novo atraído pela busca de algo maior.

Esse processo, por sua vez, me levou a explorar a interseção entre psicologia e espiritualidade.

Com isso, aos poucos passei a entender melhor o meu propósito de ser um grande artista.

A questão então passou a ser: como realizar esse propósito?

E a resposta é uma só: realçando a dimensão mística da Bíblia através da música e das palavras.


Por uma revolução silenciosa,
Henrí Galvão

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